Quase Serena.

 

Serena...só quando vence.

Adibê

Olá, Visitantes.

Lembram aquela vez em que Serena Williams novamente mostrou sua verdadeira índole e, com ela, toda a hipocrisia do povinho-jacó estadunidense (não é todo mundo) e a conivência da mídia degenerada e congêneres? No dia 08/09/2018, a "rainha do tênis" (para os amebas) protagonizou outra das suas histrionices ao protagonizar cenas mentecaptas e proferir uma saraivada de impropérios digna de uma desequilibrada mental contra o árbitro de cadeira, o português Carlos Ramos, que a havia punido perfeitamente dentro das regras três vezes: primeiro, quando seu técnico praticou o "coaching" (deu instruções a ela durante a partida); depois, quando ela arrebentou a raquete ao ter seu serviço quebrado; e novamente, quando ela o acusou de ser sexista e ladrão.

Então, vejamos ponto a ponto: ainda durante a partida, a repórter da ESPN entrevistou o técnico de Serena, que confirmou o "coaching", mas tentou pateticamente minimizar afirmando que "100% dos técnicos o fazem" e que "o técnico da Naomi Osaka também fez durante a partida". Consideremos que isso seja a mais pura verdade, mas E DAÍ, CARA PÁLIDA ?! Isso o absolve ou mesmo diminui seu delito ? Além do quê, o árbitro é pago para dirigir a partida e não tem condições de ficar vigiando os técnicos durante a mesma, além de só poder punir alguém quando o pega em flagrante, que foi o seu caso. Portanto, primeira advertência corretamente aplicada, não cabendo à Serena o grotesco de exigir que o árbitro lhe pedisse desculpas por "tê-la chamado de trapaceira", coisa que em momento algum ocorreu.

Pouco tempo depois, a "rainha" tem seu saque quebrado pela deslumbrante japonesa e, desvairada e destemperada, arrebenta sua raquete, atitude que, pelas regras, é punível com advertência. Mais uma vez, o árbitro cumpriu sua função. Com a segunda advertência, automaticamente a adversária ganhou um ponto, o que fez a "injustiçada" subir nas tamancas e passar a ofender abertamente o árbitro, chamando-o de sexista e ladrão e que ele "nunca mais apitaria uma partida dela". Ou seja, chegou ao cúmulo de misturar tudo no seu cerebrozinho de ostra, julgando-se perseguida só por ser "uma mulher vencedora", fato inaceitável por "sexistas".

Com essa atitude digna de seres inferiores, sofreu a terceira advertência e, sempre pelas regras que valem para todos, foi punida com a perda de um game inteiro. Daí pra frente, o burlesco se instalou de vez, com a tosca exigindo aos prantos a presença do supervisor do torneio, a torcida entrando na onda da infeliz e vaiando e xingando o árbitro e, alguns até, a jovem inocente japonesa.

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Advertências são dadas o tempo todo a todos os tenistas pelos mais diversos motivos. Nem Federer, Nadal ou Djokovic se livraram delas. Todos eles reclamaram, mas nenhum se arvorou a tal e tamanha demonstração de ridículo e imoralidade. Dois dias depois do ocorrido e com tudo devidamente comprovado (ou seja, que o árbitro foi correto e preciso em suas atitudes), ainda assim, a grande podre mídia e a WTA mostram a que vêm e se esmeram em defender a "rainha", até agradecendo a ela por "suscitar a luta pela igualdade de tratamento". Sobre isto, disse a feminista-mor do Tênis, Billie Jean King: "Obrigado, Serena, por invocar esse duplo padrão. Mais vozes são necessárias para fazer o mesmo". Ah, é, Billie?! Em 1990, no Aberto da Austrália, simplesmente John McEnroe foi DESCLASSIFICADO após levar três advertências: a 1ª, por intimidação a um juiz de linha. 2ª, por quebrar uma raquete na quadra. 3ª, por ofender árbitro de cadeira e supervisor. Detalhe: ele vencia a partida por 2 sets a 1.

O certo é analisar e concluir "Quem está certo nisso tudo?", usando a letra fria das regras. Os defensores de Serena tergiversam nisso porque, se não, a moral de uma das "deusas do politicamente correto" seria arrasada pela avalanche de evidências contra seu temperamento grosseiro, que já foi visto ao menos outras duas vezes: em 2009, ela, protestando com toda sua peculiar delicadeza de hipopótamo com uma juíza de linha no mesmo US Open, disse que iria fazê-la engolir a bolinha ou, mesmo, matá-la. Em 2015, após ser fragorosamente derrotada por Roberta Vinci (de novo, no US Open ! Deve ser carma ruim) e ter perdido a chance de fechar o Grand Slam, a "coitadinha", toda abalada, abandonou a entrevista coletiva pós-jogo porque os repórteres insistiram para que ela falasse dessa sua frustração.

A pose arrogante da "Rainha de Ébano do Tênis"
contra a humilhante escolta na saída do árbitro sob vaias.

Disso tudo, só ficou uma coisa maravilhosa: o surgimento de Naomi Osaka, nova "deusa" do Japão e, se mantiver esse ritmo, do Tênis. E uma coisa tenebrosa: esse poço de arrogância ainda insistiu um tiquinho para se aposentar porque seu ego torpe colocou no seu miolinho de ostra que "PRECISA" vencer pelo menos mais um Slam para se eternizar na "Istória do Isporte". E, sinceramente? Esta a merece!

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